• Andrey Daher Coelho

[Análise/Review] Dusk Diver para Nintendo Switch


Um vibrante RPG de açao / anime com combate orientado para a ação em um cenário único de Taipei.

Quando uma brecha dimensional instável reúne Deuses, Fantasmas e Humanos - a garota obstinada do colegial Yang Yumo deve avançar para proteger o bairro. Lute ao lado de seus guardiões como parte de um sistema dinâmico de combate orientado para a ação e expanda suas habilidades mergulhando nas ruas movimentadas, lojas, personalidades e até na culinária de Taipei.

Todo Dusk Diver ocorre em uma versão fictícia de Taipei, que fez o possível para permanecer

fiel à cidade, e os detalhes do mapa são impressionantes. Embora você não gaste muito tempo conversando com os habitantes locais sobre notícias atuais ou coisas assim, o número de empresas que assinaram para ter suas semelhanças incorporadas ao jogo é impressionante. O resultado é um golpe duplo de bom marketing e grande imersão para ajudar a impulsionar o mundo de Ximending e tudo o que Yumo está fazendo lá dentro. Durante anos, vimos uma tonelada de jogos tendo liberdades nas ruas familiares de Shibuya, Harajuku e outras partes de Tóquio porque ajudou a vender o jogo para o público japonês e os obcecados pelo mundo da Nippon. Agora, no mesmo balanço, uma equipe de desenvolvimento muito inteligente e com visão de futuro trouxe Taipei para o cenário mundial na capacidade dos jogos, e o foco nos detalhes realmente mostra que ver uma Cold Stone Creamery de verdade em um ponto e poder comprar alimentos energizantes de locais que realmente existem é bastante legal.

Gameplay

Quando se trata da mecânica e dos princípios básicos, Dusk Diver oferece de maneira bastante satisfatória. Como todos os grandes "browlers", as idéias de combate são simples: um ataque leve e pesado, combinado com uma “assistência de poder” de um dos vários Guardiões que se junta a Yumo (começando com Leo e se expandindo), bem como uma limpeza da sala, ataque limitado que recarrega aos poucos. Descobrir como combinar os ataques leves e pesados ​​cria combos insanamente longos, e só fica melhor quando você percebe que o ataque de assistência também entra em seus combos. Mesmo no início, você chega rapidamente aos meados dos 100 hits, e pode esperar atingir quatro dígitos após alguns capítulos. Tudo parece muito natural: leve e pesado, pesado a assistência, esquivar, focar novamente, continuar e esquivar. Yumo é uma heroína poderosa que é mais precisa com seus pés, embora você possa ter ajuda do sistema de segmentação, se isso é o que você mais gosta. Entretanto, esteja avisado: são necessárias algumas tentativas para se acostumar com a maneira como a câmera trava nos inimigos e você precisará se concentrar novamente constantemente, se quiser permanecer no ritmo com a batida. O jogo na verdade é bastante similiar aos "musou" que estamos acostumados a ver como Hyruler Warriors e outros jogos da série Warriors, com uma diferença onde é possível a exploração da cidade chinesa. Nada tão rico como em Persona 5 por exemplo, mas é algo que faz bem seu papel como em Tokyo Mirage Session.

Som

O áudio do jogo é muito bacana, com uma trilha sonora original, os personagens são todos dublados em japonês ou em chinês. O jogo não possui legendas em português, apenas em inglês. Mas como sua história não tem lá tanta profundidade, esse é um daqueles jogos que você joga mais pela satisfação das lutas e da imersão nos ambientes. Seus efeitos sonoros são muito caprichados, realmente colocaram dedicação ao criar o jogo.

Gráficos

Os gráficos do jogo são muito bonitos, feitos com cell shading, dando aquela idéia de um anime, com uma arte bem parecida com Persona, mas de uma forma bem mais colorida. Os layouts também são lindos, as interações com algumas máquinas de coletar brinquedos na cidade, também é uma dição muito legal que lembrou bastante Shenmue. Visualmente o jogo tem uma arte muito bonita e isso se aplica para a versão do Nintendo Switch, tanto na tv quanto no portátil. O jogo também conta com a mudança de roupas dos personagens, para garantir um visual diferenciado.

Veredito

Dusk Diver é um jogo muito agradável para quem curte esse estilo mais voltado para Warriors, mas sem o uso de armas, apenas com pura pancadaria. Sua arte é linda, a reprodução da cidade chinesa também é muito bem detalhada e sua mecânica funciona de força magistral. É um jogo bem divertido, apesar de ser repetitivo como todo jogo do gênero, mas sem dúvidas garante boas horas de diversão e exploração na cidade antes de entrar em universos paralelos para a pancadaria frenética. Minha nota de recomendação é 8. Um jogo que gostei bastante dentro desse gênero.

Agradecimento especial para a PQube por ter nos cedido a chave do game para esta review. Fiquem com a nossa análise em vídeo também:

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© Criado por Andrey Daher Coelho.