• Andrey Daher Coelho

Análise/Review - Ori and the Will of the Wisps e a definição máxima da arte no Nintendo Switch


A obra-prima aclamada pela crítica


Embarque em uma nova aventura em um mundo vasto e exótico, onde você encontrará inimigos gigantescos e quebra-cabeças desafiadores em sua busca para descobrir o verdadeiro destino de Ori. Mergulhe em uma experiência narrativa feita à mão com uma narrativa profundamente emocional, ambientes incrivelmente bonitos e uma trilha sonora impressionante.

Domine novas habilidades para guiar Ori por uma jornada de perigos incalculáveis ​​usando armas, feitiços e ataques espirituais recém-adquiridos. Utilize um sistema de fragmentos totalmente novo para aumentar as habilidades recém-descobertas de Ori. Enfrente chefes gigantescos e peça a ajuda de um vasto elenco de novos personagens que o ajudarão a descobrir o misterioso destino de Ori. Corra até o topo das tabelas de classificação no novo modo Spirit Trials, onde os jogadores correm, tocam, lutam e saltam para altas pontuações em desafios únicos de speed running ao longo do jogo.



Sinopse


O pequeno espírito Ori não é estranho ao perigo, mas quando um voo fatídico colocar a corujinha Ku em perigo, será necessário mais do que bravura para reunir uma família, curar uma terra destruída e descobrir o verdadeiro destino de Ori.



E por falar em família, essa é uma das mensagens mais incríveis do jogo. O sentimento de acolhimento está presente, em se sacrificar pelo próximo. Estamos falando de seres de raças diferentes, de jeitos diferentes, de naturezas diferentes, mas que são uma família. Uma das mensagens mais lindas dos jogos atuais, pois onde existe o amor, as barreiras se quebram, os preconceitos caem e sobra apenas o amor. A mensagem de Ori and the Will of the Wisps deixa bem claro o sentimento de uma família de verdade, pois pode ser um filho adotado, um irmão adotado, negro, branco, homem, mulher, não importa, o que importa é apenas o amor.



Os gráficos do game também são um show a parte, é a expressão máxima do que chamamos de vídeo game. A unificação homogênea entre a arte pintada e desenhada a mão, com a tecnologia e seus diversos algoritmos, junto com grandes composições orquestradas e animações cinematográficas. Trabalhos assim como o de Ori, Zelda e Cuphead, são alguns dos exemplos que temos para mostrar como os games são sim a expressão máxima da arte moderna, onde é possível juntar as maravilhas de todos os universos artísticos e dar vida a uma ode ainda maior.



A música do game é marcante e se encaixa perfeitamente a cada detalhe do jogo, é como uma ópera, em partes mais calmas vem a sutileza, em partes de ação vem as entonações, tudo é muito preciso e maravilhoso, ajudando a dar vida para essa obra prima dos games.O game também está com os menus e legendas totalmente em português brasileiro.



A jogabilidade do game é simplesmente perfeita e apurada, é tudo aquilo que esperamos de um game no estilo metroidvania, o sentido de progressão também é maravilhoso, recompensando o jogador a cada nova habilidade adquirida ou a cada novo upgrade feito. Com muitos elementos de rpg anexados ao gênero metroidvania, esse jogo sem dúvidas deixa um legado moderno também com sua mecânica para os jogos do gênero.



Veredito

Ori and the Will of the Wisps é um dos jogos mais lindos que já joguei de todos os tempos, me peguei algumas vezes apenas parado e admirando o cenário, um por do sol, ou uma tempestade, o som do vento fazendo as arvores balançarem. Tudo é tão incrível e tão mágico. Os efeitos de iluminação no Nintendo Switch conseguem superar até mesmo os do Xbox One, assim como as suas cores mais vivas graças a tecnologia da Nvidia no console híbrido da Nintendo. No modo portátil o game também continua impecável, com sua totalidade plena e magistral. Escrever sobre ele me inspira, me faz sentir melhor como pessoa, e também a perceber o quão magnífico é poder fazer parte dessa geração que tem o prazer de jogar uma obra de arte como essa. Sem dúvidas é um game indispensável para qualquer fã do gênero.

Nota 10/10
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© Criado por Andrey Daher Coelho.